A Bahia confirmou 38 casos de mpox, segundo dados das autoridades de saúde. A maior parte das ocorrências está concentrada em Salvador, mas outros municípios também já notificaram diagnósticos da doença.
A mpox é uma infecção viral transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias em contato próximo e também por objetos contaminados, como roupas e toalhas. Os sintomas costumam surgir entre 3 e 16 dias após a exposição, podendo chegar a 21 dias.
Entre os principais sinais estão febre, dores no corpo, dor de cabeça, aumento dos gânglios linfáticos e erupções cutâneas que evoluem para bolhas e crostas. O quadro geralmente dura de duas a quatro semanas e, na maioria dos casos, apresenta cura espontânea, embora possa causar complicações em grupos de risco.
Diante do cenário, as equipes de vigilância epidemiológica intensificaram o monitoramento. A recomendação é evitar contato com pessoas que apresentem lesões suspeitas, reforçar a higiene das mãos e procurar atendimento médico ao perceber qualquer sintoma. Informação e prevenção seguem sendo as principais medidas para conter a disseminação da doença no estado.





